quarta-feira, 13 de maio de 2015

Os desafios do estudante trabalhador.



Todos os dias deparamos com muitos jovens a estudar e ao mesmo tempo a trabalhar para sustentar os seus estudos superiores. Esses alunos, normalmente trabalham de manhã e estudam a tarde ou de noite ou vice- versa.
Em algumas universidades da a chance de estudar sob o regime de exame, onde não vão as aulas todos os dia, tiram a matéria no correio electrónico da escola e no  fim do ano no fazem exame. Isto por um lado ajuda esses alunos que as vezes faltam muito as aulas e ficam sem fazer o teste, por outro lado eles ficam em desvantagem em relação aos outros que assistem as aulas todos os dias.

Existem também aqueles alunos que já estão a trabalhar e que estudam para para terem diploma, têm filhos, são chefes de família, saem de casa de manhã e só chegam a casa a noite. Não têm tempo de estar com família.

Apesar das dificuldades que eles enfrentam por vezes os estudantes trabalhadores têm melhores resultados que os outros alunos.

Saydon  Bamba é um exemplo de estudante trabalhador. Ele estuda o 3º ano de jornalismo na universidade de Cabo Verde e trabalha na empresa de segurança Sepricav. Segundo ele, esta é a única forma que tem de estudar. Ele diz que muito cansativo e estressante mas que esforça-se para conciliar as duas actividades, porque ele precisa de ambas. A sua principal dificuldade é chegar as aulas a horas. 

Ele acrescenta que apesar de todos sacrifícios que enfrenta, é gratificante poder trabalhar e custear os seus próprios estudos.
Nota-se que a vida de um estudante trabalhador é complicada. Mas tem uma vantagem, esses estudantes tornam-se mais responsáveis e estão mais preparado para trabalharem sobre pressão.

Reportagem
Carla Tavares



Praienses insatisfeitos com o preço de bilhetes param o festival da Gamboa





Este ano festival da gamboa será no dia 15 a 17 de maio com artistas nacionais e internacionais.

A novidade é que o preço de bilhete para esta edição custa 600 escudos para dois dia caso for comprado antecipadamente e 500 escudos um dia se for comprado no dia do festival.

 Jorge Ribeiro estudante diz que o preço é bastante elevado e que deveria ter desconto para estudante. «1000 escudos para dois dias de festival é muito caro».

A semelhança do passado a gamboa joven e gamboinha é gratuita.

«Eu acho que 300esc é um bom preço e desta forma as pessoas vão comprar o bilhete antecipadamente» -afirma Catheline Gonsalves jornalista.

«Acho que este ano o festival esta a um preço elevado» sublinhou Edmilson Tavares.

Para Raquel Duarte,um festival anual dentro da cidade, deveria tem um preço mais acessivel a fim deincentivares as pessoas a irem.

É a terceira vez que o festival da gamboa não é gratuitoe esta sendo muito contestado pelo público.

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Carla Tavares

Mau ano agrícola provoca aumento dos preços




Imagem gogle
Devido a falta de chuva e consequentemente o mau ano agrícola, houve um aumento no preço dos produtos agrícola no mercado da Praia.

«Alguns produtos como feijões, milho, mandioca estão caros mas tenho que os comprar menos que em menos quantidade», afirma Paula Andrade dona de casa.
Os produtos que sofreram o aumento de preço são milho e seus derivados, alguns feijões, a mandioca.
«Estamos a comprar produtos nos produtores a um preço elevado e consequentemente vendemos mais caro”, declarou Maria dos Reis, vendedora no mercado da Praia.

É de realçar que o milho é base da alimentação cabo-verdiana, o aumento desse produto acarretará impacto na alimentação desse povo.

Alguns produtos estão escassos no mercado, é caso de limão, malagueta e o feijão-verde. Por outro lado há uma decida significativa no preço da carne vaca devido a falta de pastos para os animais.

«Estamos a comprar  animais a um preço mais acessível   é claro que vendemos a um preço mais barato, mas isso nos compensa esta a sofrer com o concorrência dos criadores de animais que devido a falta de pasto matam  e vendem a carne dos animais a um preço mais barato”, afirma António Batalha Sagueiro no mercado do platô.


Com isso os Cabo verdianos tem gerir muito bem as suas economia a fim poder comprar os produtos essências a alimentação.



Carla Tavares

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Cabo Verde Ballet comemora o seu primeiro aniversario



 Grupo cv ballet


A compania de dança Cabo Verde Ballet, comemorou o seu primeiro aniversario no dia 21 de Abril , com espetáculo no largo da Auditório Nacional. O espetáculo contou com a atuação de grupos de dansa   como "Mon na roda", Fidjos di Bibinha Cabral,  "Enigma", Noelisa Santos, Escola Paracuru de Ceará, Brasil e do aniversariante . 

sapo imagem
Cabo Verde Ballet é composto por artistas nacionais,  e da diáspora, bailarinos clássicos e contemporâneos do Brasil, Senegal e de Portugal.A companhia de dança tem um corpo residente composto por sete bailarinos, um monitor e um coreógrafo que trabalham sobre a direção artística de Mano Preto.

"  Gostei do espectaculo sobretudo da actuação do grupo "Mon na roda"  que tem mostrado que é possivel a inclusao das pessoas  com dificiencia ", afirmau Anabela Rodrigues . Para quem o grupo tem dao um grande comtributo para  a nossa cultura.

Criada há um ano,a Cabo Verde Ballet,  caracteriza-se por ter uma linguagem particular e universal mas baseada nos fundamentos da cultura crioula , valoriza a tradição oral, o canto e as cantigas, as melodias, os gestos de trabalho e de comunicação, e essencial­mente, a linguagem corporal do povo cabo-verdiano.
 

"Um ano proveitoso e com realizações de vários eventos, apesar das dificuldades financeiras", ressaltou Mano Preto , diretor artístico, sublinhando que no dia 29 de Abril, Dia Mundial da Dança, a companhia pretende,  organizar uma passeata em todos conselhos do país a partir das 17 horas.

O grupo que ja varios espetáculo  no pais, tenciona   projector cabo verde actaves da dança.









Carla Tavares

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Elida Almeida, artista revelação CVMA 2015


imagem sapo.cv
Nasceu há 23 anos na localidade de Pedra Badejo em Santiago. Passou a sua infância em Santa Cruz, mas foi para a ilha do Maio com 14 anos. Foi lá que a sua carreira musical começou, teve o primeiro contacto com a música na Rádio Comunitária do Maio.

Aos 14 anos, estudava e ajudava a mãe a vender na rua. Chegou a apresentar um programa na rádio. Foi na ilha que começou a cantar de forma mais profissional e venceu, inclusive, o concurso “Talento D’Jarmai”. Depois de cantar em vários eventos a nível nacional, começou aos poucos a     conquistar o seu lugar na música.


Deise, como é conhecida, foi mãe aos 17 anos, num momento “margos”, segundo ela, o seu maior defeito é ser impaciente, gosta de ouvir tudo tipo de música. Lançou o seu primeiro CD “Ora Doci Ora Margos”, em Dezembro de 2014.



O disco é um puro retrato das suas vivências”, diz a sua biografia oficial. Com 12 temas, sendo 9 de sua autoria. «O que leva me a compor são acontecimentos da vida, dessas faixas, não tenho preferência, cada um tem a suas particularidades», afirma a jovem cantora.


A vencedora do premeio revelação 2014, sonha progredir no mundo da musica, vencer na vida  ,a fim de dar uma vida melhor a mãe e trazer para perto dela a filha de 5 anos que vive na ilha do Maio. Acrescenta ainda que Pretende retomar a  licenciatura em Comunicação e Multimídia que acabou por interromper .

A musica Joana, é um aprendizagem para os jovens, retrata tudo o ela sentiu quando descobriu que estava grávida. Neste  momento pretendi divulgar o seu CD, já atuou em alguns concertos no país e  em Portugal. Está num momento « doces» é abordada na ruas por pessoas a elogiarem o seu trabalho.


Perfil :Carla Tavares


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Insegurança, um desafio para cidade da Praia



    
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   Moradores dos arredores da cidade da Praia, indignados com a onda de insegurança que assola a cidade exigem medidas urgentes. Roubos, assaltos, agressões, tráfico de drogas e brigas de grupos rivais são situações constantes que a população enfrentam. Embora os dados apontam para uma diminuição de criminalidade, o sentimento de insegurança ainda persistem nos praienses.

   «Todos os dias pessoas são assaltadas, andar nas ruas a noite é correr os riscos, antes os assaltos aconteciam apenas em becos e esquinas agora basta que as ruas estejam exulados torna-se momento oportuno para assaltos», afirma Paulo Soares, morador de achada Santo António. Para quem é preciso medidas urgentes fase a esta situação. 

   De acordo com as informações obtidas nas entrevistas não existe bairros seguros na cidade da Praia, visto que hoje a insegurança passou a ser um problema não só da cidade mas sim de Cabo Verde. No entanto podemos destacar as zonas mais problemáticas que é o caso de Achada Santo António, Safende, Tira Chapéu e Castelon.

  «A segurança na Cidade da Praia não passa de um mito, uma cidade de um país tao pequeno como Cabo Verde com a de criminalidade muito elevada ao ponto de ser comparada com o Brasil, simplesmente não é seguro, a situação é preocupante embora o governo não queira aceitar mas, é necessário medidas mais eficazes», declarou Nádia Gomes professora.
   É de realçar que muitas pessoas já perderam a vida em conflitos entre grupos rivais, bala perdida e porque reagiram a assaltos e segundo autores esses acontecimentos podem ter impacto no turismo que é uma das principais atividades económicas geradoras de rendimento no país.

  «Solucionar a questão da insegurança não é apenas formar mais polícias, há que criar estratégias para combater esse problema, a nossa polícia já provou que não esta preparada para manter a ordem nesse especto, é necessário capacitar os nossos polícias e melhorar as nossas leis a fim de um país seguro», sublinhou um morador da zona de Safende.   
  

Fica aqui os apelos enquanto os praienses esperam por dias melhores.



Carla Tavares