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quarta-feira, 27 de maio de 2015

Aumento de lojas chinesas provoca descontentamentos nos comerciantes locais.







O proprietário de lojas e mini-mercados estão descontentes com o aumento de lojas chinesas na capital do país. Actualmente os chineses estão a abandonar o ramo do comercia de «artigos diverso» para abrirem lojas e mini-mercados, onde  vendem os produtos a um preço mais barato que as lojas tradicionais.

«Estamos a perder clientes, devido a concorrência  dos mini-mercados chineses que vendem produtos  a preço que baixo e nos não podemos baixar o preço dos nossos produtos porque pagamos impostos e temos compromissivo com os nossos funcionários,» realça Alcinda Barros, proprietária de um estabelecimento comercial.

E de realçar há um crescimento de empresas chinesas na capital no qual actuam em diversas áreas como Comercio, Restauração, Construção civil, Carpintaria Marcenaria.


«O governo diz todos os dias que devemos ser empreendedores, criando a nossa própria empresa porque não a trabalho para todos, então tem que tomar medidas caso contrario as lojas tradicionais vão acabar por fechar as portas», acrescenta katia Almeida comerciante.

Por outro lado Daniela Fernandes, dona de casa  afirma que   o país só tem a ganhar com as mini-mercados chineses porque  com muita concorrência o preço dos produtos, com certeza será mais baixo.


Com essa concorrência entre os lojas chineses e Cabo- Verdiana quem sai a  ganhar são clientes.

Carla Tavares

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Mau ano agrícola provoca aumento dos preços




Imagem gogle
Devido a falta de chuva e consequentemente o mau ano agrícola, houve um aumento no preço dos produtos agrícola no mercado da Praia.

«Alguns produtos como feijões, milho, mandioca estão caros mas tenho que os comprar menos que em menos quantidade», afirma Paula Andrade dona de casa.
Os produtos que sofreram o aumento de preço são milho e seus derivados, alguns feijões, a mandioca.
«Estamos a comprar produtos nos produtores a um preço elevado e consequentemente vendemos mais caro”, declarou Maria dos Reis, vendedora no mercado da Praia.

É de realçar que o milho é base da alimentação cabo-verdiana, o aumento desse produto acarretará impacto na alimentação desse povo.

Alguns produtos estão escassos no mercado, é caso de limão, malagueta e o feijão-verde. Por outro lado há uma decida significativa no preço da carne vaca devido a falta de pastos para os animais.

«Estamos a comprar  animais a um preço mais acessível   é claro que vendemos a um preço mais barato, mas isso nos compensa esta a sofrer com o concorrência dos criadores de animais que devido a falta de pasto matam  e vendem a carne dos animais a um preço mais barato”, afirma António Batalha Sagueiro no mercado do platô.


Com isso os Cabo verdianos tem gerir muito bem as suas economia a fim poder comprar os produtos essências a alimentação.



Carla Tavares