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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Achada Grande Trás cofrontado com falta de autocaros de autocarros

Os moradores de Achada Grande Trás, estão a reclamar a falta de autocarro que dá acesso a localidade .
« Todos os dias ficamos horas nos paragens a espera de autocarro , deve aumentado os autocarros na linha de Achada Grande Trás » afirma dona Antonia Teixeira.

sol atlantico. com
Segundo moradores apenas  existe dois autocarro na linha do bairro e são insuficiente para transporte da população .

«Assim como Palmarejo e Achada Santo António tem vários autocarros, Achada Grande Trás também deve ter transportes suficientes para transportar sua população», realça Vera dos santos estudante.

É de realçar que  população desta localidade  recorrem a taxis e yaces clandestino para  deslocarem para outras localidades.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Kriol Star Games: Jogadores Internacionais Cabo-Verdianos Juntam-Se Em Prol De Uma Causa Social




Um grupo de jogadores internacionais cabo-verdianos de futebol e basquetebol propõe organizar, de 1 a 6 de Junho, na Cidade da Praia, o “Kriol Star Games”, para promover as duas modalidades desportivas em prol de uma causa social. 



A promotora do evento “Kriol Star Game”, Vanny Reis adiantou hoje à Inforpress que a iniciativa tem o objectivo de arrecadar verbas, que vão ser revertidas a favor de uma causa social.




“A verba angariada durante este evento desportivo será entregue a várias instituições sociais do país, como forma a ajudar nas suas actividades diárias”, indicou.

Entretanto, explicou que de entre os vários eventos desportivos previstos durante a semana, o grupo pretende organizar uma acção de formação para os monitores e técnicos da escolinha de iniciação em basquetebol e futebol, no “campus” de basquetebol nos dias 1 e 4 de Junho que conta com a participação de um treinador espanhol.

 inforpress

“A actividade continua ainda com o torneio “Kriol Stars Basket Games” nos dias 4 a 5 de Junho, no Pavilhão Vává Duarte, que reúne os jogadores de basquetebol do país, incluindo Ivan Almeida, Betinho Gomes que chegam hoje à Cidade da Praia”, disse Vanny Reis.


A responsável da agência Vaiss Models assegura ainda que no último dia dessa actividade vai ocorrer um jogo de futebol à tarde no Estádio da Várzea com os jogadores cabo-verdianos que vêm da diáspora.

Reis afirma que participam nos jogos sete Jogadores de basquetebol e uma equipa de futebol nesse evento.





CarlaTavares

Fonte: inforpress


III edição da feira Municipal do Ambiente arranca sexta-feira


De acordo com o jornal Asemana, a  cidade da Praia acolhe nos próximos dias (5, 6 e 7 de Junho) a III edição da Feira Municipal do Ambiente, organizada pela Câmara Municipal da Praia em parceira com várias instituições e empresas.


O evento tem como principal objectivo contribuir para elevação da consciência ambiental no município da Praia , está orçado em 1.200 contos.

A intenção é criar um espaço de divulgação de trabalhos realizados na área do ambiente (com destaque para a área de educação ambiental), proporcionar a troca de experiência e parcerias entre os vários actores e reforçar o processo educativo na área ambiental, assegurou o vereador do Ambiente, Saneamento e Protecção Civil da CMP, Gilberto Silva
.
Tendo como grande novidade a palestra sobre posturas municipais, o evento conta com várias actividades entre as quais exposições/venda em stands, palestras, actividades lúdicas /culturais, oficina de reciclagem, música e teatro.

A Feira Municipal do Ambiente é realizada nas imediações do centro municipal de educação ambiental na cidade da Praia e contará com cerca de 30 participantes, entre as quais escolas do EBI, secundário, universidades, associações pro-ambientais, artistas, artesões e organismos públicos ligados a questão ambiental no município da Praia.

 Gilberto Silva confirma uma melhoria da consciência ambiental por parte dos praienses, ressalvando no entanto que a CMP não espera mudanças consideráveis em tão pouco tempo.”O processo educativo é um processo lento e esta feira é apenas um dos instrumentos do programa de educação ambiental que irá contribuir para os resultados esperados a longo prazo” assegurou.

Esta III edição da Feira Municipal do Ambiente aborda ainda temas como gestão dos resíduos sólidos, distribuição de água, a problemática da higiene e saúde pública, energias renováveis, observação da natureza e a requalificação urbana e ambiental.



Carla Tavares
Fronte: Asemana







quarta-feira, 13 de maio de 2015

Os desafios do estudante trabalhador.



Todos os dias deparamos com muitos jovens a estudar e ao mesmo tempo a trabalhar para sustentar os seus estudos superiores. Esses alunos, normalmente trabalham de manhã e estudam a tarde ou de noite ou vice- versa.
Em algumas universidades da a chance de estudar sob o regime de exame, onde não vão as aulas todos os dia, tiram a matéria no correio electrónico da escola e no  fim do ano no fazem exame. Isto por um lado ajuda esses alunos que as vezes faltam muito as aulas e ficam sem fazer o teste, por outro lado eles ficam em desvantagem em relação aos outros que assistem as aulas todos os dias.

Existem também aqueles alunos que já estão a trabalhar e que estudam para para terem diploma, têm filhos, são chefes de família, saem de casa de manhã e só chegam a casa a noite. Não têm tempo de estar com família.

Apesar das dificuldades que eles enfrentam por vezes os estudantes trabalhadores têm melhores resultados que os outros alunos.

Saydon  Bamba é um exemplo de estudante trabalhador. Ele estuda o 3º ano de jornalismo na universidade de Cabo Verde e trabalha na empresa de segurança Sepricav. Segundo ele, esta é a única forma que tem de estudar. Ele diz que muito cansativo e estressante mas que esforça-se para conciliar as duas actividades, porque ele precisa de ambas. A sua principal dificuldade é chegar as aulas a horas. 

Ele acrescenta que apesar de todos sacrifícios que enfrenta, é gratificante poder trabalhar e custear os seus próprios estudos.
Nota-se que a vida de um estudante trabalhador é complicada. Mas tem uma vantagem, esses estudantes tornam-se mais responsáveis e estão mais preparado para trabalharem sobre pressão.

Reportagem
Carla Tavares



quarta-feira, 22 de abril de 2015

Insegurança, um desafio para cidade da Praia



    
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   Moradores dos arredores da cidade da Praia, indignados com a onda de insegurança que assola a cidade exigem medidas urgentes. Roubos, assaltos, agressões, tráfico de drogas e brigas de grupos rivais são situações constantes que a população enfrentam. Embora os dados apontam para uma diminuição de criminalidade, o sentimento de insegurança ainda persistem nos praienses.

   «Todos os dias pessoas são assaltadas, andar nas ruas a noite é correr os riscos, antes os assaltos aconteciam apenas em becos e esquinas agora basta que as ruas estejam exulados torna-se momento oportuno para assaltos», afirma Paulo Soares, morador de achada Santo António. Para quem é preciso medidas urgentes fase a esta situação. 

   De acordo com as informações obtidas nas entrevistas não existe bairros seguros na cidade da Praia, visto que hoje a insegurança passou a ser um problema não só da cidade mas sim de Cabo Verde. No entanto podemos destacar as zonas mais problemáticas que é o caso de Achada Santo António, Safende, Tira Chapéu e Castelon.

  «A segurança na Cidade da Praia não passa de um mito, uma cidade de um país tao pequeno como Cabo Verde com a de criminalidade muito elevada ao ponto de ser comparada com o Brasil, simplesmente não é seguro, a situação é preocupante embora o governo não queira aceitar mas, é necessário medidas mais eficazes», declarou Nádia Gomes professora.
   É de realçar que muitas pessoas já perderam a vida em conflitos entre grupos rivais, bala perdida e porque reagiram a assaltos e segundo autores esses acontecimentos podem ter impacto no turismo que é uma das principais atividades económicas geradoras de rendimento no país.

  «Solucionar a questão da insegurança não é apenas formar mais polícias, há que criar estratégias para combater esse problema, a nossa polícia já provou que não esta preparada para manter a ordem nesse especto, é necessário capacitar os nossos polícias e melhorar as nossas leis a fim de um país seguro», sublinhou um morador da zona de Safende.   
  

Fica aqui os apelos enquanto os praienses esperam por dias melhores.



Carla Tavares